O Marketing passou por muitas evoluções desde a sua criação década de 40. A relação entre a empresa e o cliente evoluiu de uma mera relação de consumo, passando por momento de agregação de valores entre os dois e hoje muito se fala em parceria, do cliente parceiro.
O cliente nessa visão deve abraçar a empresa, pois se tornou inconscientemente parceiro desta, ele acredita no produto e na empresa. Com isso, ele se torna vendedor da empresa, pois essa credibilidade dele na empresa dá a ele um enorme status em seu nível social. Pense bem se não gera um certo status, você indicar a um amigo, um restaurante ótimo que ele nunca foi e nem nunca tinha ouvido. Somos seres vaidosos por natureza, indicar ou contra-indicar empresas faz parte do nosso exercício diário de vaidade.
Empresas bem sucedidas, investem no relacionamento com seus clientes, encurtam ao máximo essa distância na relação do consumo. Porém, como várias empresas já agem dessa forma, já não é um diferencial no mercado, esse tipo de relacionamento. É como se você e seu concorrente fizessem as mesmas táticas para conquistar o mesmo cliente, a diferença da vitória seria no fotochar, ora para um, ora para outro. Não é assim que se domina mercados.
O marketing em breve, deve galgar um novo degrau nessa relação que move a economia do planeta, a evolução dessa relação é a sociedade entre a empresa e o cliente. Não! Você não vai dar, parte do seu capital social para que o cliente possa ser fiel a sua empresa. Só que a relação deve gerar cada vez mais um ganho econômico (e não financeiro) para seu cliente, seja de forma direta ou de forma indireta.
Isso já é feito, a um tempo, de forma equivocada por algumas empresas, principalmente lá fora. Mas com os ajustes, será essa uma nova forma de diferenciação entre empresas no mercado. Principalmente nas de consumo direto de commodities e de serviços.
No mercado, ou se espera, ou se antecipa.
A escolha é de cada um.
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